O muro infame
Israel está a levantar em toda a sua fronteira terrestre um muro destinado a isolar o seu território contra a ameaça que constituem os seus vizinhos.
É impossível não comparar este muro com o infame muro de Berlim, entretanto destruído em 1989. O muro de Berlim, vergonha maior de uma Europa dividida, tinha uma extensão total de 155 quilómetros e dividia as antigas RFA e RDA. Levantado em 1961, destinava-se a fechar a fronteira entre as duas Alemanhas. Com uma altura de 3,6 metros, dividia a cidade de Berlim em duas separando famílias, amigos e vizinhos durante mais de 28 anos. Começou a ser derrubado no dia 1 de Novembro de 1989 e, hoje em dia, foi totalmente derrubado excepto em determinados locais onde se manteve à laia de monumento para que não seja esquecida a infâmia.
Voltando ao muro de Israel, ele vai ter, quando concluído, um total de 650 quilómetros e uma altura de 8(!) metros (ver foto). Parece que os judeus esqueceram rapidamente todas as lições da Segunda Guerra Mundial e rapidamente passaram de vítimas a carrascos.
Como é possível que depois do sofrimento dos guetos aos quais foram circunscritos os judeus que eles repitam o mesmo tipo de tratamento aplicado aos árabes? Como é possível que um povo que foi vilmente torturado, torture actualmente quem muito bem quer e lhe apetece? É inegável que os judeus sofreram tremendamente com a Segunda Guerra Mundial, mas nada justifica os seus presentes actos.
Actualmente, levantam-se muitas dúvidas sobre o já famoso número de 6 milhões de judeus exterminados.
Um dos mais concisos e perturbantes relatórios é o Relatório Leuchter (1989) que tenta desmistificar de forma científica estes números. Segundo este engenheiro químico americano, após uma cuidadosa análise dos edifícios de Auschwitz onde alegadamente teriam sido exterminados com gás Zyklon B os judeus, não existem resíduos que remotamente comprovem este facto. Segundo a comunidade de engenheiros químicos em geral, se tivessem sido utilizadas as quantidades avassaladoras de gás necessário para matar várias centenas de milhar de pessoas, seria forçoso que ainda houvesse nesses edifícios resíduos dos produtos usados. Existem ainda investigações polacas (1990) que corroboram esta teoria de que em Auschwitz e Birkenau nunca foram utilizadas as enormes concentrações de Zyklon B nos edifícios identificados como as infames câmaras de gás.
Claro que o lobby judeu rapidamente se pôs em campo para negar todo o relatório tendo inclusivamente conseguido que o próprio Fred Leuchter tivesse sido despedido e perseguido pela influente comunidade judaica dos EUA, apontado como um neo-nazi, chegando mesmo a ser deportado de Inglaterra, aquando de uma visita, sob acusações de nazismo pela comunidade judaica local.
O que é um facto é que o estado de Israel já recebeu, desde 1949, mais de 46 mil milhões de euros de indemnizações do estado alemão e a exploração da mistificação dos seis milhões de mortos é tremendamente importante.
Israel é, actualmente, os mais nazi de todos os estados de direito existentes ao cimo da terra. Mata, invade, ameaça, rouba e tortura despudoradamente.
Ao fazê-lo, envergonha a memória de todos os judeus que morreram às mãos de assassinos como eles.

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