Desporto: A Máfia Grega

O Sporting perdeu na primeira mão da pré-eliminatória com os italianos da Udinese. Perdeu com um penálti mal assinalado (a falta é cometida fora da área) e com o roubo de dois(!) penáltis cometidos sobre o Liedson. A somar a tudo isto ainda há a pandacaria distribuída em campo pelos jogadores de Udine sempre, é claro, com a conivência do árbitro grego. Francamente, em termos futebolísticos já ando com os gregos pelos poucos cabelos que me restam.
De referir a impressionante estatística do jogo:
Sporting
23 remates 1 poste 12 defendidos 0 golos 10 fora 1 pequena-área 11 grande-área 11 fora da área 0 eficácia remate/golo 16 faltas cometidas 11 cantos 8 foras-de-jogo
Udinese
3 remates 1 poste 0 defendidos 1 golos 1 fora 0 pequena-área 1 grande-área 2 fora da área 0 eficácia remate/golo 22 faltas cometidas 0 cantos 7 foras-de-jogo
O Sporting acabou por pagar bem caro o desacerto na finalização. Como foi possível fazer mais 20 remates, ter mais 11 cantos e o nosso guarda-redes não ter feito NENHUMA defesa e perder o jogo? É fácil, a Udinese jogou o infame Catenaccio que quer dizer destruir, dar porrada, cortar, interromper, não deixar jogar e, naturalmente, não criar jogo absolutamente nenhum também.
Apenas por curiosidade, em italiano "catenaccio" quer dizer "ferrolho", ou seja trancas à porta e porrada nos adversários. Foi celebrizado pelo treinador argentino Helénio Herrera do Inter de Milão do anos 60 do século XX, tendo servido para arrancar inúmeras escassas vitórias por 1-0 sobre os adversários.

<< Home