26/10/2004

As dúvidas dos ímpios

Durante o último «clássico» Benfica-FC Porto, que o FC Porto venceu por 0-1, houve grandes dúvidas sobre se um enorme frango da autoria de Vítor Baía tinha sido salvo in extremis com a bola já dentro da baliza ou ainda fora. Ora o site Mais Futebol, avança com algumas teorias que surgiram entretanto.

O árbitro Olegário Benquerença (meu Deus, que nome!) diz que não viu nada.



A lampionada diz que a bola entrou toda.



Os andrades dizem que nem esteve lá perto.



O portista ferrenho Miguel Sousa Tavares diz que a bola nem estava perto da baliza.



A lampiona abjecta Leonor Pinhão diz que a bola estava claramente lá dentro.



Os mais científicos explicam, recorrendo à trigonometria, que a bola não entrou por completo.



O facto é que é quase impossível, em tempo real, dizer se a bola entrou totalmente na baliza ou não. Claro que a lampionada não gostou de perder... paciência.

Resta dizer que no fim do jogo houve cenas de uma baixeza tal, que nem nas mais reles casas de alterne do Porto, geridas pelo especialista na matéria Reinaldo Teles, se deve ter passado e dito o que Pinto da Costa, José Veiga, Catarina Salgado e Luís Filipe Vieira disseram uns aos outros. Aliás, Catarina Salgado deu um exemplo da (pouca) educação e savoir être que pode existir numa esposa do presidente de um clube de futebol, ao empunhar um cartaz, na bancada do estádio da luz, que chamava Orelhas ao presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira. Ei-la em todo o seu esplendor, na companhia dessa outra figura mítica da tribo portista, o famoso Guarda Abel. Dois exemplos acabados de figuras-modelo da sociedade portista.



Haverá pessoa de bem, adepto de futebol, que não se sinta enojado com esta canalha?