Deus e a vitória de Jorge, o Arbusto
Jorge, o Arbusto ganhou as eleições presidenciais norte-americanas. Ainda houve uma réstea de esperança na vitória de Kerry quando faltava apurar a contagem dos votos do Ohio. Mas não passou disso mesmo, esperança. É francamente preocupante o facto de mais de metade dos eleitores dos E.U.A. terem votado pelo Jorge, o Arbusto cujo governo, efectivamente, roçou o desastre. Há uma enorme massa eleitoral que confia naquela avantesma. É espantoso.
Entre outros motivos, houve um que me impressionou verdadeiramente. Dizia uma eleitora americana iluminada numa entrevista que ouvi na TSF
Eis o espelho do que pensa o típico eleitor amerciano. São poucas palavras que dizem muito. Vêm aí mais quatro anos de enormidades políticas, jurídicas e de sem vergonhices a que esta administração Bush já nos habituou, bem ao jeito do país que governa.
Não acredito que John Kerry fosse muito melhor. Conhecendo a sociedade americana, sei que são, de uma formal global, limitados. No entanto, dadas as circumstâncias, qualquer energúmeno que fosse para lá seria uma lufada de ar fresco para os E.U.A. e o resto do mundo.
Em desespero, não nos resta muito mais do que parafrasear a inscrição presente em algumas das notas de dólar: «In God we must trust»

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